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Inova Pará é apresentado a Grupo de Gestão Integrada do Baixo Amazonas

15/03/2018

Na tarde da última quarta-feira (14), a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), representada pelo coordenador de suporte ao empreendedorismo e à inovação, Wander Soares de Oliveira, apresentou, em Santarém, o Programa Inova Pará que visa, em consonância com os objetivos do Plano de Governo denominado “Pará 2030”, contribuir para o desenvolvimento socioeconômico do estado. A apresentação foi feita aos integrantes do Grupo de Gestão Integrada para o Desenvolvimento Regional Sustentável (GGI/DRS), da região do Baixo Amazonas, que reúne representantes do setor empresarial, governamental, Instituições de Pesquisa, associações de classe e organizações não governamentais. 

O Programa Inova Pará parte da premissa que, para romper com o modelo extrativista, presente na economia paraense, é indispensável que o Estado apoie a criação de Sistemas Regionais de Inovação (SRI) a fim de que propiciem suporte necessário à agregação de valor das cadeias produtivas estratégicas. Em sua concepção, o Programa acredita no potencial produtivo e inovador das distintas regiões do estado. O Inova Pará é amparado pela Lei no 8.426, de 16 de novembro de 2016, que dispõe sobre incentivos à inovação, à pesquisa científica e tecnológica e à engenharia não rotineira, além da política estadual de incentivos fiscais.

Considera-se que o apoio à implantação e desenvolvimento de Ambientes de Inovação, como Incubadoras de Empresas de Base Tecnológica e Centros de Excelência de Inovação, é potencialmente capaz de induzir o surgimento de unidades produtivas eficientes, tanto no setor empresarial como na produção rural, incentivar o empreendedorismo, e ainda aproximar a academia do setor produtivo.

Particularmente a região do Baixo Amazonas é um potencial espaço para a realização das ações do Programa, tendo em vista que possui imensa reserva de produtos e serviços ambientais, os quais podem ser extraídos de sua biodiversidade, porém necessitam ser devidamente identificados e processados na própria região, gerando mais emprego e renda e melhorando os indicadores sociais.

Texto: Fernanda Graim (Ascom/Sectet)