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Dificuldades do setor leiteiro no estado são mapeadas em reunião

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Alavancar a cadeia produtiva e verticalizar o setor de laticínios do estado do Pará. Essas são as missões do Laboratório da Qualidade do Leite, instalado no Parque de Ciência e Tecnologia Guamá, em Belém. Por isso, a coordenação do laboratório realizou, na manhã desta quarta-feira (7), uma reunião com produtores, pesquisadores, professores, estudantes, representantes de cooperativas, empresas, indústrias e órgãos públicos estaduais e federais, no intuito de apresentar os serviços oferecidos, mapear as principais dificuldades do setor, além de iniciar parcerias para facilitar a integração do setor.

Durante a reunião, a coordenadora do Laboratório, professora Luíza Meller, explicou que, após a inauguração, foram implantadas as metodologias necessárias para a vinculação à Rede Brasileira de Qualidade do Leite (RBQL), o que ocorreu ainda em novembro de 2017. Meller destacou também que o laboratório realiza o diagnóstico do leite cru – para os derivados foi criado um laboratório específico, localizado no Espaço Inovação do Parque –, com a capacidade de analisar de 300 a 500 amostras por hora.

“Um laboratório como esse é um grande avanço para o Pará, porque as exigências do mercado são muito grandes e a análise da qualidade obriga a cadeia a implantar boas práticas desde a produção”, enfatizou o produtor de leite Rodolfo Jorge.

Entre os serviços oferecidos estão os de análises laboratoriais, treinamentos técnicos e consultorias, desenvolvimento de produtos e processos. O controle da qualidade do leite, realizado pelo laboratório, analisa a composição do leite cru, a contagem de células somáticas (CCS) e do total de bactérias (CTB). O Laboratório da Qualidade do Leite do estado do Pará não somente estuda a qualidade do leite bovino, mas também bubalino.

“As análises que são realizadas pelo laboratório permitem identificar a qualidade do leite que é produzido na região e assim propor medidas que possam combater os problemas que são identificados, promovendo a melhoria da qualidade da matéria-prima e agregando valor aos produtos”, explica a professora Luíza Meller, que comemorou a participação do público na reunião.

A coordenadora ainda esclareceu que a equipe do laboratório realiza o treinamento para a realização correta da coleta das amostras para análise, que custa de R$ 27,00 a R$ 47,00 por amostra, dependendo da quantidades de material a ser analisado.

O Laboratório da Qualidade do Leite foi inaugurado em 12 de maio de 2017. É o primeiro do gênero a entrar em operação na região Norte. O espaço é uma demanda antiga de produtores locais que prezam pela qualidade de sua matéria-prima e derivados.

O governo estadual, por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), investiu mais de R$ 2,3 milhões na construção do espaço. O Governo Federal, por intermédio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), foi responsável pela aquisição dos equipamentos de diagnóstico, e a Fundação Amazônia Paraense de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa) adquiriu os mobiliários. A coordenação é de responsabilidade do Programa de Ciência e Tecnologia de Alimentos, da Universidade Federal do Pará (UFPA).

Parque de Ciência e Tecnologia Guamá

Construído em Belém, em uma área de 73 ha cedida pela UFPA e pela Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), o PCT Guamá é o primeiro parque tecnológico a entrar em operação na Região Norte. A construção e consolidação do espaço é de responsabilidade do Governo do Pará, por meio da Sectet.

O Parque Guamá está inserido no contexto do Programa Inova Pará, coordenado pela Sectet, tendo em vista que a finalidade desse conjunto de equipamentos de pesquisa é favorecer a geração e a disseminação de inovações tecnológicas, conectando as instituições de ensino e pesquisa ao setor produtivo, no intuito de promover o desenvolvimento sustentável do estado do Pará.

Além do Laboratório da Qualidade do Leite, o parque tecnológico abriga outros empreendimentos, como o Centro Regional Amazônia do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CRA Inpe); o Centro de Excelência em Eficiência Energética da Amazônia (Ceamazon); o Laboratório de Alta Tensão; o Centro de Estudos Avançados da Biodiversidade (Ceabio), inaugurado no dia 21 de fevereiro; além do Espaço Inovação, prédio que abriga laboratórios avançados de pesquisa e desenvolvimento, e que terá como vizinho o Espaço Empreendedor, inaugurado nesta quarta-feira, 7.

Serviço: Para mais informações sobre o laboratório, os interessados podem acessar o site www.pctguama.org.br

Por Fernanda Graim